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BIOGRAFIA |
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| Nascimento | |
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Porto Alegre na década de 40. |
Carlos Oscar Reichenbach Filho, nasceu em Porto Alegre, Rio Grande Do Sul, em 14 de Junho de 1945. Com quatro meses, quando sua mãe, Luise Tinger Reichenbach, foi autorizada pelos médicos a viajar de avião, se instalou definitivamente em São Paulo, terra natal de seu pai, Carlos Reichenbach, onde mora e trabalha até hoje. |
| A primeira litographia do Brasil | |
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Gustav Reichenbach e família. Carlos Reichenbach, pai, é o caçula. |
O avô Gustav Reichenbach, veio ao Brasil, no início do século, com seu sócio Hartmann, à convite do governo brasileiro, instalar a primeira industria litográfica no país. Por ser neto, filho e sobrinho de editores e industriais gráficos, Carlos teve desde cedo uma ligação profunda com a literatura e o jornalismo.
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| Carlos Reichenbach, pai e filho | |
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O casal Luise (Lula) e Carlos Reichenbach. |
Carlos Reichenbach, pai, foi durante vários anos o editor de revistas conceituadissimas como Seleções Do Readears Digest (edição portuguesa e castelhana), Casa e Jardim (que lançou no Brasil), O Médico Moderno, Dirigente Industrial, e sobretudo a prestigiosa revista LADY (que lhe rendeu dois infartos, um deles fatal). Nada mais natural que Carlos Reichenbach, filho, tenha sido editor de todos os jornais nos colégios em que estudou. Em entrevista, há dez anos atrás, para o jornal Folha de São Paulo, revelou que o presente mais inesquecível que recebeu na vida, foi um mimeógrafo à tinta, ganho de seu pai, quando fez nove anos de idade. Com a morte do pai, em 1960, interrompeu os estudos em um colégio alemão na cidade de Rio Claro (estava sendo preparado para estudar artes gráficas na Alemanha), voltou para a capital de São Paulo, onde gradativamente foi abandonando o ramo da família e se interessando por cinema. |
| Vestibular na São Luiz | |
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Em 1964, com o amigo Harunobu Kato, filmando em 16mm, no Rio de Janeiro. |
Assíduo freqüentador das salas de arte, dos "poeiras" do centro de São Paulo e das sessões do Museu de Arte, na rua Sete de Abril, promovidas pela Sociedade Amigos da Cinemateca, Reichenbach fez vários cursos de história e crítica cinematográfica, com Paulo Emílio Salles Gomes, Francisco Luiz de Almeida Salles, Alberto D´Aversa e outros. Na hora de optar por uma faculdade, Carlos prestou, em 1965, entre outros, vestibular no primeira curso de cinema de nível universitário no Brasil, a Escola Superior de Cinema São Luiz. Reichenbach imaginava, naquela época, que existisse a profissão de roteirista cinematográfico, por isso trocou o curso de neo-latinas na Universidade de São Paulo para integrar a segunda turma da São Luiz. Colega de João Callegaro, Ana Carolina, Paulo Rufino, Carlos Alberto Ebert, Enzo Barone, Sílvio Bastos e outros estudantes que, posteriormente, se profissionalizaram, Reichenbach foi aluno de mestres como Roberto Santos, Anatol Rosenfeld, Paulo Emílio Salles Gomes, Mário Chamie, Décio Pignatari, e sobretudo, Luiz Sérgio Person, responsável pelo seu interesse em dirigir filmes. A São Luiz, durante os anos 60, reunia o meio cinematográfico emergente de São Paulo. Embora não fossem alunos, freqüentavam a ESC/São Luiz, Rogério Sganzerla, Jairo Ferreira, José Mojica Marins, Ozualdo Candeias, Fauzi Mansur, etc. De certa maneira, pode-se dizer que o "cinema marginal" (ou "bôca-do-lixo") é fruto desta convivência nascida na ESC/São Luiz. |
| Primeiros exercícios | |
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Reichenbach empunha a Paillard-Bolex na filmagem de VIA SACRA. Orlando Parolini, um Cristo do século 20, come um frango, em cima das vísceras expostas de um cadáver, no vaõ do Masp. |
Produzido por Luiz Sérgio Person, Reichenbach realiza seu primeiro curta-metragem em 35 mm, ESTA RUA TÃO AUGUSTA, como exercício de curso. Já naquele momento, apaixonado pela cultura japonesa, Reichenbach começa à escrever críticas de cinema em jornais de bairro e a colaborar com Jairo Ferreira e Orlando Parolini em suas colunas semanais no jornal São Paulo Shimbun. Em 1966, Reichenbach fotografa o curta-metragem VIA SACRA de Orlando Parolini, primeiro filme "underground" feito no Brasil e jamais concluído porque Parolini, num acesso de paranóia, em 1970, sob a ameça de ter seu material filmado confiscado pela polícia federal, picotou todo o negativo, fotograma por fotograma. Por ter uma câmera Paillard Bolex 16mm, Reichenbach fotografou diversos curtas metragens para colegas e amigos, que participaram do Festival JB-Mesbla. Ávido leitor do Cahiers Du Cinema na década de 60 e um dos únicos assinantes brasileiros da revista FILM CULTURE dos irmãos Meckas, Reichenbach realizou o curta-metragem DUAS CIGARRAS, 16mm, mudo, de teor experimental. Apesar de sua formação literária, ou talvez por isso, Reichenbach foi cada vez mais se desinteressando pelo texto e se aproximando da técnica cinematográfica, tendo feito câmera e fotografia em vários filmes amadores de colegas seus. |
| Xanadú Produções | |
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João Callegaro, Carlos Reichenbach e Antonio Lima festejam as 15 semanas em cartaz de AS LIBERTINAS. |
Antes de abandonarem a São Luiz, para se profissionalizarem, Reichenbach e João Callegaro se uniram ao crítico mineiro Antonio Lima, e fundaram a Xanadú Produções Cinematográficas. Colocando de lado todos os conceitos estéticos, políticos e culturais da época, os três cinéfilos resolveram produzir um filme em episódios de teor exclusivamente comercial. Nascia alí, na porta de saída da Faculdade São Luiz, o "cinema cafajeste". Um cinema absolutamente sintonizado com seu tempo. Como disse Anatol Rosenfeld, a arte mal comportada do pós-64, optou por uma estética do mau gosto e radicalmente indigente, com a cara do país. "As Libertinas" e "O Bandido Da Luz Vermelha", realizados simultaneamente, foram as respostas fílmicas para o nascente movimento tropicalista. |
| O filme "barato" e barato | |
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Cenas finais e último dia de filmagem de "A Badaladíssima dos Trópicos". Em cena: Maria Cristina Rocha, Palito e Verônica Krimann. |
Após As Libertinas, Reichenbach e Lima realizam Audácia !. O episódio de Reichenbach é um tributo à sua geração, influenciado pela vivência contra-cultural no período do "desbunde". Um anti-filme, que propunha "o péssimo para chegar ao ótimo". "A Badaladíssima dos Trópicos" é a prova de que naquele época, a vida era muito mais interessante do que a arte e o cinema. "A repressão comia solta, o mundo estava mudando, vivíamos 68 à vinte e quatro quadros por segundo. Jimmy Hendrix e Janis Joplin na cabeça feita. Meu episódio em AUDÁCIA! é delírio à luz do barato. Um prolongamento do meu dia a dia anárquico; transgressão pura e niilista até a medula, como tudo que fazíamos na época. ", afirma Reichenbach. "Um filme ultra datado e que só fazia sentido na época.". |
| A luz dos outros filmes | |
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Reichenbach fotometrando uma cena de "Sede de Amar". Deitados na cama, Renato Master e Roberto Maya. |
À partir de 69, Reichenbach
começa à iluminar e fazer câmera em longas metragens de outros diretores. De
69 até hoje, fotografou e operou a câmera de mais de 36 longas
metragens. Foi premiado como melhor diretor de fotografia pelos filmes:
"EXCITAÇÃO" (1977), de Jean Garret, "A FORÇA DOS SENTIDOS" (1979), de Jean
Garret, e "DOCE DELÍRIO" (1982), de Manoel Paiva. Em 1969, Reichenbach
iniciou, na raça, um longa metragem de agudo teor político, GUATEMALA,
ANO ZERO. Chegou a rodar mais de cinqüenta por cento das cenas previstas em
um roteiro de oito páginas (!!!), mas interrompeu o trabalho por pressões
familiares. |
| Correndo contra o destino | |
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"Corrida em Busca do Amor": David Cardoso, Gracinda Fernandes e uma gata deliciosa que apareceu nos últimos dias de filmagem e foi ficando, ficando... |
Em 1970, foi convidado pelo produtor Renato Grecchi à dirigir um filme do gênero infanto-juvenil, com corredores de automóvel, garotas de biquini e música jovem. Realiza então, o seu autêntico e primeiro longa metragem: CORRIDA EM BUSCA DO AMOR. Devido aos enormes problemas de produção enfrentados durante as filmagens, Reichenbach foi obrigado à improvisar o roteiro diariamente com seus assistentes, Jairo Ferreira e Percival Gomes de Oliveira. As cenas eram escritas, à noite, conforme os atores e carros à disposição no dia seguinte. "Nenhuma escola de cinema me ensinaria tanto quanto este filme. Aqui comprovei o truísmo de que o cineasta brasileiro é obrigado à transformar a falta de condições em elemento de criação." diz Reichenbach. |
| Um filme nascido da sucata da publicidade | |
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A grande atriz Célia Olga Benvenutti, em cenas de "Lilian M., Relatório Confidencial". |
Em 1971, Reichenbach torna-se
sócio-gerente da Jota Filmes, tradicional produtora de filmes publicitários
em São Paulo. Durante 4 anos, escreveu, produziu, dirigiu e fotografou mais
de 150 comerciais e filmes institucionais. Durante este período lecionou
fotografia de cinema na Faculdade Alvarez Penteado e cinema publicitário na
Escola Superior de Propaganda e Marketing. Em 1974, insatisfeito com os
rumos de sua vida profissional, despede-se da profissão de publicitário,
exatamente no momento em que começava à se tornar o "diretor da moda".
Investe tudo que sobrou da experiência empresarial e dos bens familiares no
longa metragem LILIAN M., RELATÓRIO CONFIDENCIAL. Usando a infra-extrutura
de sua empresa, sucatas de cenário de seu estúdio e o equipamento que
possuía, fez o seu filme de linguagem mais radical. Com o filme concluído,
vende sua parte na Jota Filmes, e jura à si mesmo nunca mais retornar ao
ramo publicitário. "Sai no início de uma carreira yuppie. Quando percebi que
tinha três cartões de crédito na carteira, senti que era hora de pular
fora... Joguei tudo que tinha acumulado em três anos, mais a experiência
técnica adquirida durante este período, num filme súmula: do experimental ao
cinema de gênero, do udigrudi amador ao rigor técnico extremo.". |
| Repassando o aprendizado | |
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Ao sair da Jota Filmes, Reichenbach assume definitivamente a profissão de técnico cinematográfico. Da direção, produção, fotografia, operador de câmera, roteiro e, às vezes até como ator, participou em mais de quarenta filmes de longa metragem. Dirigiu e fotografou vários documentários institucionais, incluindo uma série de filmes em 16 mm para a Ford tratores, caminhões Volvo e um documentário de média-metragem para a multinacional holandesa Hunter Douglas, "FORROS E FACHADAS", filmado por todo o Brasil, do Oiapoque ao Chuí, produzido por João Callegaro. A filmografia de Carlos Reichenbach como autor e diretor compreende 6 curtas-metragens, 4 episódios em longas metragens e 14 longas metragens. Tem exercido, esporadicamente, a função de crítico e ensaísta em diversas publicações, assinou durante dois três duas prestigiadas colunas semanais de cinema em sites específicos, participado de inúmeros cursos e palestras sobre o filme brasileiro no Brasil e exterior, lecionou cursos de roteiro cinematográfico em diversos lugares, fez parte da diretoria e conselho de diversos órgãos de classe cinematográfica e foi, durante quatro anos, titular da cadeira de direção cinematográfica e "expressão em cinema e vídeo", do curso de cinema e vídeo da Escola de Comunicações e Artes (ECA), da Universidade de São Paulo. |
| Coração premiado | |
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Carlos Reichenbach recebe o Prêmio Andi para a Infância, em Brasília-2003, pelo filme "Garotas do ABC". |
Considerado um dos mais importantes realizadores paulistas, Reichenbach teve sua obra reconhecida internacionalmente em 1985 no Festival de Rotterdam, Holanda, onde participou com seus filmes por cinco anos consecutivos. Foi por duas vezes premiado pela Cinemateca Real de Bruxelas, recebeu com ALMA CORSÁRIA, o prêmio dos 30 anos do Festival do Novo Cinema de Pesaro. Em 2001, após ter sobrevivido a três infartos do miocárdio e ganhar três pontes de safena e uma mamária, foi o primeiro cineasta a receber o Troféu Eduardo Abelim, no 29° Festival de Gramado. Recebeu também o troféu Barroco, pela obra, na 3ª Mostra de Cinema Brasileiro de Tirandentes, Minas Gerais, e o troféu especial do Guarnicê de Cine-Vídeo, em São Luiz do Maranhão. |
| Dezenove e Beethoven Street | |
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Reichenbach, que continua morando em São Paulo, cidade personagem de seus filmes, é casado com a dentista Lygia, é pai de três filhos adultos e divide os cargos de sócio-gerente com a produtora Sara Silveira, na Dezenove Som e Imagens Produções Ltda, e com sua filha, Eleonora, na Beethoven Street Filmes. |
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FILMOGRAFIA COMPLETA |
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| como diretor de curtas e episódios
1965 - Duas cigarras 1966/68 - Esta rua tão Augusta 1967 - Alice, primeiro episódio de As libertinas 1969 - Prólogo (co-direção com Antônio Lima) e A badaladíssima dos trópicos x Os picaretas do sexo, primeiro episódio de Audácia! - A fúria dos desejos 1979 - Sonhos de vida 1979 - O M da minha mão 1979 - Sangue corsário 1982 - Rainha do flipper, primeiro episódio de As safadas 1989 - Desordem em progresso, episódio de City life 1994 - Olhar e sensação 2002 - Equilíbrio e Graça como diretor de longas metragens 1972 - A corrida em busca do amor 1975 - Lilian M., relatório confidencial 1979 - Sede de amar (Capuzes negros) 1979 - A ilha dos prazeres proibidos 1980 - Império do desejo 1981 - Amor, palavra prostituta 1981 - O paraíso proibido 1984 - Extremos do prazer 1986 - Filme demência 1987 - Anjos do arrabalde, as professoras 1994 - Alma corsária 1999 - Dois Córregos 2002/03 - Garotas do ABC (Aurélia Schwarzenega) 2003/04 - Bens Confiscados como diretor de fotografia e operador de câmera 1969 - Audácia! - A fúria dos desejos 1969 - Orgia ou o homem que deu cria, de João Silvério Trevisan 1970 - Os Amores de Um Cafona - de Penna Filho e Osiris Parcifal de Figueiroa 1975 - Lilian M., relatório confidencial 1977 - Excitação, de Jean Garret 1978 - Meus homens, meus amores, de José Miziara 1979 - Mulher, Mulher - de Jean Garret 1979 - J.J.J., o amigo do super-homem, de Denoy de Oliveira 1979 - A força dos sentidos, de Jean Garret 1979 - A ilha dos prazeres proibidos 1979 - A dama da zona (Hoje tem gafieira), de Ody Fraga 1980 - A mulher que inventou o amor, de Jean Garret 1980 - Viúvas precisam de consolo, de Ewerton de Castro 1980 - O gosto do pecado, de Cláudio Cunha 1981 - Amor, palavra prostituta 1982 - As prostitutas do dr. Alberto, de Alfredo Sternheim 1982 - Rainha do flipper, primeiro episódio de As safadas 1982 - Instinto Devasso, de Luiz Castillini 1983 - Doce delírio, de Manoel Paiva 1984 - Extremos do prazer 1984 - Elite Devassa, de Luiz Castillini 1985 - Gozo Alucinante - de Jean Garret 1991 - Sua Excelência, o Candidato - de Ricardo Pinto e Silva 1994 - Alma corsária como diretor de fotografia de curtas e médias metragens 1965 - Via Sacra, de Orlando Parolini (16mm - inacabado) 1968 - Odisséia, de Miguel Chaia (16mm - inacabado) 1974 - O Gurú e os Guris - de Jairo Ferreira 1979 - Nem Verdade, Nem mentira - de Jairo Ferreira 1995 - Glaura, de Guilherme de Almeida Prado (15 min) 1998 - A voz e vazio: a vez de Vassourinha, de Carlos Adriano (15 min) (para confirmar as datas) Hamlet - de Ricardo Elias Amor, Aventura e Transporte Público - de Bruno de André como diretor de fotografia (assinando com o pseudônimo de Alfred Stinn) 1980 - Império do desejo 1981 - O paraíso proibido como compositor e executante da Trilha Musical Original 1994 - Alma Corsária 1994 - Olhar e Sensação como autor da Seleção Musical 1974 - Até A Última Bala, de Luigi Picchi 1978 - Snuff, Vítimas Do Prazer, de Cláudio Cunha 1978 - Belas e corrompidas, de Fauzi Mansur 1980 - A mulher que inventou o amor, de Jean Garret como ator 1968 - O bandido da luz vermelha, de Rogério Sganzerla 1970 - Ritual de sádicos (O Despertar da Besta), de José Mojica Marins 1970 - O pornógrafo, de João Callegaro 1970 - Sertão em festa, de Osvaldo Oliveira 1971 - Finis Hominis, de José Mojica Marins 1971 - No Rancho fundo, de Oswaldo Oliveira 1972 - Gringo, o último matador, de Edward Freund 1975 - Ainda Agarro este Machão, de Edward Freund 1976 - A casa das tentações, de Rubem Biáfora 1977 - O vampiro da cinemateca, de Jairo Ferreira 1978 - Belas e corrompidas, de Fauzi Mansur 1978 - Noite em chamas, de Jean Garret 1980 - A mulher que inventou o amor, de Jean Garret 1986 - Filme demência como roteirista de outros diretores |
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