Curtas-metragens
ESTA RUA TÃO AUGUSTA

 Curta-metragem realizado por Carlos Reichenbach e seus colegas de turma, da Escola Superior de Cinema São Luiz, a convite do professor Luís Sérgio Person. O filme foi rodado em 1966, mas só foi concluído, em 1968, graças ao prêmio que ganhou no primeiro Concurso do Prêmio Estimulo do Governo de São Paulo.

SONHOS DE VIDA
 Tendo como guia uma matéria turística de um jornal de bairro, duas operárias da periferia de São Paulo empreendem uma viagem ao mais próximo balneário de águas termais.
SANGUE CORSÁRIO

 Um dos primeiros filmes brasileiros a refletir sobre os anos da contra-cultura e seus reflexos no comportamento da sua geração, Carlos Reichenbach faz de maneira personalíssima um tributo ao amigo e poeta Orlando Parolini (morto em 1991).

O M DA MINHA MÃO
 Um documentário atípico que é, na verdade, um depoimento filmado por Carlos Reichenbach e Jairo Ferreira em homenagem ao compositor e acordeonista Mario Gennari Filho, autor de clássicos populares como “Baião Caçula”, e “O M da Minha Mão”.
OLHAR & SENSAÇÃO

  Realizado por ocasião do evento multimídia Arte/Cidade e primeiramente exibido em sua versão muda na parede suja de um prédio do Vale do Anhangabaú, “Olhar e Sensação” foi uma investida no cinema conceitual. Por insistência de Nélson Brissac Peixoto, curador do evento Arte/Cidade, e a quem o filme é dedicado, Reichenbach concluiu e sonorizou o filme, inspirando-se em “Auto-Retrato de Dezembro” de Jean Luc Godard.

EQUILÍBRIO & GRAÇA

 Curta metragem conceitual que Reichenbach dirigiu a convite da Petrobrás, tendo como ponto de partida dois livros de J. C. Ismael e o encontro do pensador católico Thomas Merton com T. D. Susuki, o “pai” do zen budismo. "Queria usar o cinema como forma de alterar os sentidos. Por isso aceitei fazer esse curta-metragem."

 

 

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